COTRIJAL PARTICIPA DE AUDIÊNCIA SOBRE O IMPACTO DO PLANO AGRÍCOLA E PECUÁRIO E PLANO SAFRA PARA AS COOPERATIVAS

13 jul
13 de julho de 2017

O presidente da Cotrijal, Nei César Mânica, participou de audiência pública da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, em Brasília, na quarta-feira (12). O encontro teve o objetivo de discutir meios para minimizar os impactos negativos do Plano Agrícola e Pecuário 2017/2018 (PAP 2017/18) para as cooperativas agropecuárias do país. Durante a audiência, também estiveram em discussão outros temas do Plano Safra que preocupam o setor cooperativo.

Participaram da audiência também representantes da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, da Fecoagro, além de cooperativas de vários Estados brasileiros. Compareceram ainda lideranças do Banco Central e Ministérios da Fazenda e do Meio Ambiente.

Nei César Mânica falou em nome das cooperativas gaúchas, durante a audiência pública, onde expôs as reivindicações do grupo. “Precisamos reavaliar e modificar o Plano Safra 2017/2018, onde muitos recursos do crédito rural estão sendo reduzidos para as cooperativas e os nossos cooperados sairiam prejudicados. Não vamos deixar que isso aconteça. Podemos avaliar que a audiência foi muito positiva, pois durante três horas de debates, nossos argumentos foram ouvidos”, expôs o presidente da Cotrijal.

Após a audiência, o grupo esteve em reunião com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, que recebeu as sugestões de alterações aos Planos. “Estas emendas devem chegar às mãos do presidente da República ainda nesta semana, para conduzir a uma solução. Eu tenho não só esperança, mas certeza de que com a força do cooperativismo tudo será normalizado em breve. Mostramos, assim, ao Governo a importância do agronegócio e da produção para a balança comercial”, acrescentou.

Entre as reivindicações estão a não limitação de recursos por produtor no Plano Safra e a redução das taxa de juros do crédito rural. “A nova resolução diz que cooperativas com CNPJ teriam recursos limitados, o que implicaria em deixar de pegar recursos junto às instituições financeiras para repassar aos produtores. Além disso, no Brasil as taxas de juros vêm caindo, já para o crédito rural a taxa caiu apenas um ponto”, concluiu Nei César Mânica. Ouça entrevista:qau122053

Fonte: Assessoria de Imprensa Cotrijal

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